Corinthians assina memorando para tentar estádio
O acordo ainda não é um contrato, mas sim uma carta de intenções em que o Timão dá ao consórcio a liberdade para tentar viabilizar o projeto. Assim, a empresa terá de confirmar o terreno em que o estádio será construído e conversar com os órgãos públicos para autorizar a obra. Depois disso, a Egesa ainda terá de formalizar a proposta oficial para ser aprovada pelo Timão.
O memorando assinado nesta quarta-feira coloca o dia 30 de abril como prazo final para a empresa apresentar ao Corinthians o projeto viável para a construção da Arena. A idéia inicial é utilizar um terreno na marginal do rio Tietê, próximo ao Parque São Jorge.
“O memorando foi assinado hoje (quarta) ao meio-dia. Agora, o consórcio tem o prazo até o final de abril para viabilizar a compra do terreno e ter o aval da prefeitura, que fará os estudos do local”, explicou o vice-presidente do Corinthians, Heleno Maluf, em entrevista por telefone à GE.Net.
A prefeitura analisará o impacto que a cidade sentirá com uma grande obra em uma das principais vias. “Pelo que ouvi de secretários envolvidos, acho que teremos o sinal verde. Mas claro que dependerá de uma análise técnica”, acrescentou o dirigente.
Depois de aparar as arestas da compra do terreno e da autorização da prefeitura, o consórcio apresentará o contrato à diretoria do Corinthians, que passará o documento pelo crivo do Conselho Deliberativo.
“Vamos chamar o Conselho para autorizar face ao tamanho da obra. Fazemos questão de passar porque é melhor ter 400 pessoas pensando do que duas (Maluf e Andrés Sanchez)”, afirmou o vice eleito. Pelo estatuto, o presidente Sanchez não precisaria da aprovação do Conselho para assinar a obra, mas prefere levar a responsabilidade também aos conselheiros.
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